Os pirómanos socialistas

Graciano Dias

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O Governo Socialista sabe bem as consequências dos fogos que ateia, eles sabem que quanto mais arrogantes forem mais extremistas alimentam, quanto mais indignação fomentarem mais fundamentalistas criam.

O Governo Socialista sabe bem as consequências dos fogos que ateia, eles sabem que quanto mais arrogantes forem mais extremistas alimentam, quanto mais indignação fomentarem mais fundamentalistas criam.

Eles sabem que é fácil manipular os cidadãos que se encontram vulneráveis e muito dependentes e assim levá-los ao ódio, ao rancor e ao extremismo ideológico.

É nisto que os socialistas apostam, é esta a sua estratégia, uma estratégia incendiária que faz com que os extremos cresçam nas mentes mais frágeis e a moderação se vá esbatendo até desaparecer.

Alimentam a extrema-direita que não diz ao que vem nem o que quer fazer pelo país, a não ser algumas pretensões xenófobas, homofóbicas e populistas, e por outro lado esvazia-se a Direita democrática e moderada, que é alternativa de governação, que é capaz de apresentar soluções para o país, como sempre foi o CDS-PP.

Onde isto nos vai levar, ninguém sabe, não é previsível; só sabemos onde tem levado outros países que fizeram percursos semelhantes, no entanto, acredito que num país onde impera o bom senso e a moderação como é Portugal, muitos dos nossos concidadãos irão perceber a necessidade de o País contrariar este crescimento da Direita radical, e voltarão a apostar na Direita confiável, na Direita que tem uma estratégia para o país, a Direita que quer melhorar a vida de todos os cidadãos e das empresas.

O Lula ter vindo no dia 25 de Abril não me chocou, chocava-me mais se viesse no dia da Liberdade, o 25 de Novembro, mas é conveniente para os socialistas, é melhor falar no Lula do que na TAP e na nojice que o assunto encerra, é melhor promover a radicalização dos cidadãos com atitudes como as que vimos naquelas imagens nauseabundas das risadas e das gabarolices dos três poderosos no fim das comemorações, uma verdadeira vergonha e a mostra cabal da pequenez e da indigência que alguém vaticinou no verão de 1974 quando à época se referia aos futuros políticos deste país.

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