Graciano Dias

Portugal precisa de Jornadas da Juventude, de críticas construtivas, de artistas saudáveis e da democracia cristã

Há notícias que nunca deviam ser dadas, apenas porque são completamente desinteressantes e não servem para nada a não ser mostrar a cretinice e a imbecilidade de certos artistas, que sendo de esquerda e comendo dos impostos que o povo paga, deviam saber ser gratos e entender que muitos dos que lhe pagam são merecedores de respeito, porque todas as crenças e toda a religiosidade que vive dentro de cada um de nós merece isso mesmo, respeito.

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Desprezem a Democracia e depois queixem-se…

Eleições Legislativas 2019: Chega – 1,29% - 67.826 votos – 1 Deputado; Iniciativa Liberal – 1,29% - 67.681 votos – 1 Deputado; Livre – 1,09% - 57.172 votos – 1 Deputado; Eleições Legislativas 2022: CDS-PP – 1,60% - 89.113 votos – 0 Deputados; PAN – 1,58% - 88.127 votos - 1 Deputado; Livre – 1,28% - 71.196 votos – 1 Deputado.

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Um Governo “pescadinha de rabo na boca”

Hoje percebemos muito bem porque é que os vários poderes e em particular o poder financeiro têm o Partido Socialista amarrado, retirando-lhe a capacidade de fazerem o que devem em prol dos cidadãos, para que estes tenham alguma folga nas economias familiares, e liquidez disponível, conseguindo com isso ter para si e para as famílias melhor qualidade de vida.

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O aeroporto que falta em Portugal não é em Lisboa

Galamba disse há tempos atrás que o aeroporto em Santarém é muito longe...não sei onde mora, mas deve estar a pensar que é longe da casa dele. Este é o melhor exemplo da competência deste moço, pelo menos em termos de visão estratégica para o país.

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Presunção e água benta não rima com hipocrisia e mentira

António Costa, depois de em 2014 trair António José Seguro e os socialistas que o acompanhavam, como por exemplo o “Brilhante” lambe botas, perdeu eleições e ao seu jeito hipócrita e mentiroso, foi governar criando uma geringonça que lhe deu colinho salvando-lhe a pele (que mau serviço o BE e o PCP, muletas do PS, fizeram a Portugal).

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Um dia Portugal perceberá

Em França, a seguir à Geringonça o PS extinguiu-se, por cá ganhou com maioria absoluta.

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Para quando a verdadeira democracia?

Quando um dia destes vi os delírios e a desmesurada excitação de alguma comunicação social, e algumas comentadoras com aquilo que me pareciam ser alguns laivos de “até que enfim que ele voltou”, ou espasmos de arrepios na pele, sobre o regresso do Pedro Nuno às lides políticas, pensei, só pode ser o Pedro Nunes, aquele que foi o cosmógrafo-mor do reino no tempo dos Descobrimentos, o matemático, o médico, o astrónomo, enfim, o homem que foi o principal responsável entre muitas outras coisas, pelo estudo das técnicas de navegação e que tão útil foi a D. João III e a Portugal.

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O meu vizinho da frente

A TAP, o SIS, o SIRP, o Ministério das Infraestruturas, o Governo que é incapaz de governar, mais o ministro que mente, o secretário de Estado que esconde a verdade, os comentadores e comentadoras do regime que não contam o que sabem, as televisões e os jornais que fecham os olhos à verdade por causa dos subsídios, temos o socialismo com este lodo todo de um lado, do outro lado, o meu vizinho da frente.

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Um país inteiro à espera de ser feliz…

Ao fim de quarenta e nove anos de democracia, que desilusão! Não, não, não, não é a democracia que é uma desilusão, essa não tem qualquer culpa, a democracia é quem nos dá a possibilidade de viver sem barreiras, sem muros e sem amarras, focados apenas no que é importante para o país, só que não.

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Os pirómanos socialistas

O Governo Socialista sabe bem as consequências dos fogos que ateia, eles sabem que quanto mais arrogantes forem mais extremistas alimentam, quanto mais indignação fomentarem mais fundamentalistas criam.

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Político não precisa ser sério, bom mesmo é ser habilidoso

Indigentes, cretinos, imbecis, imberbes e sem caráter; já tudo serve para governar Portugal. Salvo uma ou outra excepção, ninguém escapa a esta visão infernal em que António Costa transformou São Bento, um verdadeiro purgatório governativo.

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Comam queijo, mas por favor não esqueçam

Quando em maio de 2011, já depois de três PEC’S e com a relutância de José Sócrates, Teixeira dos Santos anunciou ao país que não tinha dinheiro para pagar os ordenados da função pública, e que a única solução que tínhamos era irmos de mão estendida pedir ao FMI para nos ajudar, obrigando o país a aceitar a vergonha de ser considerado lixo e obrigando-nos a aceitar a vinda da malfadada Troika, não devemos esquecer que foi graças a uma direita confiável e séria, protagonizada pelo PSD e pelo CDS-PP, que voltámos a conquistar a credibilidade perdida.

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