Político não precisa ser sério, bom mesmo é ser habilidoso

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Indigentes, cretinos, imbecis, imberbes e sem caráter; já tudo serve para governar Portugal. Salvo uma ou outra excepção, ninguém escapa a esta visão infernal em que António Costa transformou São Bento, um verdadeiro purgatório governativo.

Indigentes, cretinos, imbecis, imberbes e sem caráter; já tudo serve para governar Portugal. Salvo uma ou outra excepção, ninguém escapa a esta visão infernal em que António Costa transformou São Bento, um verdadeiro purgatório governativo.

Este é o resultado/consequência de andar por aí uma comunicação social e uns comentadores, apaniguados do Partido Socialista e do Governo, que vão apregoando e promovendo a imagem do Primeiro Ministro como, e passo a citar, “é um político muito esperto”, “é um dinossauro com grande capacidade negocial”, “é muito hábil e astuto”, etc, etc, etc…

Ainda há uns dias uma ministra comentava a respeito da vergonha “Galamba”, na televisão, com a maior lata e desfaçatez que “a política é um jogo e que o sr. Primeiro Ministro joga como ninguém”; enfim, ao invés do que aprendemos em 1975/76 naquela disciplina que apareceu chamada “Introdução à Política”, onde ensinavam para além do que era o fascismo, o comunismo, o socialismo ou o Estado Novo, ensinavam também que a política nasceu para resolver os problemas dos cidadãos e das sociedades e que devia sempre ser exercida com espírito de missão e acompanhada de valores éticos e morais inegociáveis, ao invés, como dizia, temos hoje toda uma comunidade televisiva a louvar a hipocrisia do “poucochinho”, as vigarices do setor empresarial do Estado que ele desgoverna, a incompetência que ele manifesta no recrutamento de “empregados do Estado” a quem chamam ministros e secretários de Estado, a arrogância que transmite quando diz “habituem-se” e de forma despudorada anda há oito anos a criar mais pobres e a afundar o país para a cauda da Europa, e ainda quando carateriza toda a sua ação política numa palavra apenas, “chicoespertismo” ou dito de forma erudita “empáfia” que enoja qualquer ser pensante.

Hoje privilegiam e valorizam mais um político habilidoso do que um político sério e com caráter.

A comunicação social que lhe faz a promoção da imagem com todos os epítetos e qualificações que infelizmente ele não tem como estadista, só o faz porque como dizia o meu célebre conterrâneo, Bordalo Pinheiro, andam todos a mamar na grande porca.

O CDS-PP faz falta a Portugal.

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