Q

Ex diretora do Colégio Rainha D. Leonor esclarece o seu afastamento

Marlene Sousa

EXCLUSIVO

ASSINE JÁ
Quanto à notícia sobre a demissão da diretora do Colégio Rainha Dona Leonor (CRDL) que saiu na edição passada do JORNAL DAS CALDAS, Paula Rente esclarece a sua saída afirmando que o “afastamento é completamente definitivo”. “Neste projeto, direção e equipa, são trabalhadores de uma entidade que detém a propriedade da escola (grupo GPS) que exerce a gestão e supervisão de todo o trabalho e que naturalmente o condiciona. Apesar disso tem sido possível, embora difícil, até esta data manter o meu cunho pessoal na orientação da equipa que lidero e a estratégia que considero mais adequada para a concretização dos objetivos a que nos propomos”, disse, a ex-diretora do CRDL revelando que o seu afastamento deveu-se à “administração do Colégio querer seguir agora um novo rumo”.
A diretora do Colégio Rainha D. Leonor diz que se afastou porque a administração do Colégio quis seguir um novo rumo

“Ao longo destes dez anos de existência do colégio desenvolvi a minha atividade profissional com o objetivo de erguer um projeto educativo de referência e excelência para a comunidade de Caldas da Rainha, norteado por princípios de rigor, qualidade e verticalidade que me caracterizam”, adiantou, a responsável.

Segundo, Paula Rente “o resultado deste trabalho é sobejamente conhecido eestá à vista de todos”. Sublinha que para a sua concretização contou com uma equipa que foi crescendo com o projeto e que hoje “é reconhecida por todos os que conhecem de perto o seu trabalho”.

A sua demissão tem gerado alguns comentários, nomeadamente nas redes sociais do grupo em Defesa da Escola Pública. Paula Rente responde que “este grupo sempre falou do que desconhece com total falta de respeito por todos os que trabalham na instituição bem como todos os que direta ou indiretamente usufruem desse trabalho”. Ao longo destes anos e a todas as provocações, a ex-diretora do Colégio diz que sempre responderam “com mais e melhor trabalho”. “Não reconheço portanto qualquer valor ao que disseram no passado digam no presente ou venham a dizer no futuro, os factos, o projeto, a confiança manifestada por todos os que conhecem o nosso trabalho falam por si”, apontou.

Garante que o afastamento do Colégio Rainha D. Leonor não está relacionada com a investigação do Grupo GPS. “Tal como referido já anteriormente sou apenas uma trabalhadora de uma entidade onde exerci funções de direção meramente pedagógica funções que não são objeto de qualquer investigação”, sublinhou.

O JORNAL DAS CALDAS apurou que o presidente do Grupo GPS, António Calvete assumiu a direção do CRDL. Este órgão de comunicação social tentou novamente contactar, António Calvete, até para esclarecer os encarregados de educação mas não obteve resposta.

Marlene Sousa

(0)
Comentários
.

0 Comentários

Deixe um comentário

Artigos Relacionados