“Ao longo destes dez anos de existência do colégio desenvolvi a minha atividade profissional com o objetivo de erguer um projeto educativo de referência e excelência para a comunidade de Caldas da Rainha, norteado por princípios de rigor, qualidade e verticalidade que me caracterizam”, adiantou, a responsável.
Segundo, Paula Rente “o resultado deste trabalho é sobejamente conhecido eestá à vista de todos”. Sublinha que para a sua concretização contou com uma equipa que foi crescendo com o projeto e que hoje “é reconhecida por todos os que conhecem de perto o seu trabalho”.
A sua demissão tem gerado alguns comentários, nomeadamente nas redes sociais do grupo em Defesa da Escola Pública. Paula Rente responde que “este grupo sempre falou do que desconhece com total falta de respeito por todos os que trabalham na instituição bem como todos os que direta ou indiretamente usufruem desse trabalho”. Ao longo destes anos e a todas as provocações, a ex-diretora do Colégio diz que sempre responderam “com mais e melhor trabalho”. “Não reconheço portanto qualquer valor ao que disseram no passado digam no presente ou venham a dizer no futuro, os factos, o projeto, a confiança manifestada por todos os que conhecem o nosso trabalho falam por si”, apontou.
Garante que o afastamento do Colégio Rainha D. Leonor não está relacionada com a investigação do Grupo GPS. “Tal como referido já anteriormente sou apenas uma trabalhadora de uma entidade onde exerci funções de direção meramente pedagógica funções que não são objeto de qualquer investigação”, sublinhou.
O JORNAL DAS CALDAS apurou que o presidente do Grupo GPS, António Calvete assumiu a direção do CRDL. Este órgão de comunicação social tentou novamente contactar, António Calvete, até para esclarecer os encarregados de educação mas não obteve resposta.
Marlene Sousa




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