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Comentadores de “Pontos de Vista” surpreendidos com o que está no interior dos Pavilhões do Parque

Francisco Gomes

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Os comentadores de “Pontos de Vista”, programa da Mais Oeste Rádio e Jornal das Caldas, mostraram-se surpreendidos com a situação do interior dos Pavilhões do Parque D. Carlos I revelada na semana passada pelo JORNAL DAS CALDAS.
Francisco Matos, do BE, Manuel Nunes, do PS, Vítor Fernandes, do PCP, Edgar Ximenes, do MVC, Rui Gonçalves, do CDS, e António Cipriano, do PSD

Estão a ser usados como depósito do Centro Hospitalar e ali foram colocados antigos equipamentos e documentos, entretanto alvo da usurpação por estranhos que entraram no espaço.

“São imagens preocupantes e chocantes. Lixo, coisas partidas, é inacreditável. A administração deixa que isto chegue a este estado”, comentou Vítor Fernandes, do PCP.

Manuel Nunes, do PS, afirmou que chegou a trabalhar nos Pavilhões do Parque, na altura do Magistério Primário, lamentando o cenário atual.

Edgar Ximenes, do MVC, entende que “a lixeira” nos Pavilhões “é reveladora da insensibilidade da atual administração em relação a este património, mas a situação vem de outras administrações, pelo que a atual não tem toda a responsabilidade”.

Disse estar “seriamente preocupado porque pode haver um incêndio, com a entrada de pessoas que arrombaram uma porta”, pelo que exige que a autarquia deve já “mostrar-se vigilante antes que aconteça uma grande catástrofe”.

António Cipriano, do PSD, declarou que os Pavilhões “são um depósito de lixo do Centro Hospitalar e até de documentos confidenciais”.

“É um barril de pólvora que ali está e pode arder a qualquer momento. É completamente inadmissível. Assim se vê o desleixo das pessoas que gerem isto, que está a servir de armazém e lixeira do Centro Hospitalar. Estão ali centenas de pastas de arquivo, papéis e madeiras”, alertou Rui Gonçalves, do CDS.

Francisco Matos, do BE, frisou que os Pavilhões do Parque “são um ex-libris da cidade e não são uma brincadeira”.

“É património que não se pode perder e fiquei surpreendidíssimo. É um assunto que tem de ser resolvido pelo Centro Hospitalar ou pela Câmara, porque um incêndio ali era uma catástrofe”, sustentou.

Francisco Gomes

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