Estão a ser usados como depósito do Centro Hospitalar e ali foram colocados antigos equipamentos e documentos, entretanto alvo da usurpação por estranhos que entraram no espaço.
“São imagens preocupantes e chocantes. Lixo, coisas partidas, é inacreditável. A administração deixa que isto chegue a este estado”, comentou Vítor Fernandes, do PCP.
Manuel Nunes, do PS, afirmou que chegou a trabalhar nos Pavilhões do Parque, na altura do Magistério Primário, lamentando o cenário atual.
Edgar Ximenes, do MVC, entende que “a lixeira” nos Pavilhões “é reveladora da insensibilidade da atual administração em relação a este património, mas a situação vem de outras administrações, pelo que a atual não tem toda a responsabilidade”.
Disse estar “seriamente preocupado porque pode haver um incêndio, com a entrada de pessoas que arrombaram uma porta”, pelo que exige que a autarquia deve já “mostrar-se vigilante antes que aconteça uma grande catástrofe”.
António Cipriano, do PSD, declarou que os Pavilhões “são um depósito de lixo do Centro Hospitalar e até de documentos confidenciais”.
“É um barril de pólvora que ali está e pode arder a qualquer momento. É completamente inadmissível. Assim se vê o desleixo das pessoas que gerem isto, que está a servir de armazém e lixeira do Centro Hospitalar. Estão ali centenas de pastas de arquivo, papéis e madeiras”, alertou Rui Gonçalves, do CDS.
Francisco Matos, do BE, frisou que os Pavilhões do Parque “são um ex-libris da cidade e não são uma brincadeira”.
“É património que não se pode perder e fiquei surpreendidíssimo. É um assunto que tem de ser resolvido pelo Centro Hospitalar ou pela Câmara, porque um incêndio ali era uma catástrofe”, sustentou.
Francisco Gomes




0 Comentários