Nobres, donzelas, cavaleiros, o povo, dulcineias, almocreves, leprosos, bobos, cuspidores de fogo, dançarinos, músicos, jograis e artesãos desfilam tendo o castelo como pano de fundo e onde não faltam as aves de rapina utilizadas nas caçadas, os torneios de armas e mil e uma encenações.
Logo à entrada, o euro dá lugar a uma nova moeda – o torreão, com o qual é possível pagar nas tavernas ou nas bancas dos mercadores.
Os visitantes podem trajar-se à época e também participar em ceias medievais. “É a época mais negra da História mas que é vivida em Óbidos com muita animação”, relata o vice-presidente da Câmara, Humberto Marques, que investe 170 mil euros na organização do evento, aberto de quinta a domingo, até 4 de agosto.
As entradas custam seis euros, mas os trajados à época pagam apenas três euros. Quem quiser pode alugar o traje por seis euros. As entradas são livres para munícipes e menores de onze anos.
Francisco Gomes













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