“Para mim é sempre incrível cantar nas Caldas e por vezes fico mais nervosa com as pessoas que conheço do que propriamente para grandes públicos porque há um sentido de responsabilidade de não desiludir os meus”, disse, a fadista das Caldas.
Salientou o fato de estar rodeada de amigos e família que “dá-nos a liberdade de também de arriscar”. O facto de cantar sem palco olhando as pessoas nos olhos é para Fernanda Paulo “incrível”.
Ao JORNAL DAS CALDAS confessou a época complicada a nível artístico. Teve muitos concertos adiados nomeadamente na Suíça, que vão transitar para o ano que vem.
Como também é atriz irá a 20 de novembro participar numa noite de contos na Suíça. “Além de ir cantar com um músico vou ser contadora de histórias com pessoas de vários países onde vou representar Portugal”, contou.
Na altura do confinamento aproveitou para passar tempo com o seu filho de um ano. No entanto manifestou alegria em cantar no restaurante que é do seu padrinho, Carlos Paulo. “estava mesmo a precisar de cantar depois de meses em casa”, salientou.
Em setembro já tem espetáculos marcados nas casas de fado em Alfama e considera que com as “regras de segurança as coisas vão melhorar”.
A fadista caldense é também formadora na Academia Inatel onde irá iniciar brevemente uma formação em Expressão Vocal de sensibilização para a importância da voz, capacitando os participantes para a sua utilização expressiva.
No dia 11 de setembro Fernanda Paulo voltará ao restaurante “Paraíso do Coto”, desta vez com a fadista também caldense, Vânia Conde e com António Leitão. Rodolfo Godinho e Cajé Garcia na guitarra portuguesa acompanharão as vozes dos fadistas.
Na passada sexta-feira, a noite de fados contou ainda com as vozes de Cristina Luz e António Leitão vozes acompanhadas por Eurico Machado guitarra portuguesa e Eduardo Lemos na Viola.
As noites de fados no Restaurante Paraíso do Coto e em outros locais é do fadista António Leitão que quis voltar a reunir boa música. “Tivemos mais de três meses parados, anulámos quatro sessões de fado e felizmente regressámos, mas respeitando as normas da Direção Geral de Saúde”, referiu.








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