Em 2015 o vereador Rui Correia, do PS, alertava a Câmara para os perigos inerentes ao estado de degradação e apresentava com caráter de urgência uma proposta para o imediato encerramento e substituição da ponte, que liga as duas freguesias da cidade.
Na altura a Câmara assegurou não haver perigo, contrariando a opinião do autarca, mas procedeu a uma reparação, com substituição das peças corroídas e remendos pontuais.
Proposta de vigilantes na Mata e no Parque
Os vereadores socialistas Luís Patacho e Jaime Neto apresentaram uma proposta de contratação de guardas ou vigilantes para a Mata Rainha D. Leonor e Parque D. Carlos I. Segundo os autarcas, verifica-se “a existência de um sentimento de insegurança por parte dos transeuntes e praticantes de desporto ao ar livre”.
Luís Patacho e Jaime Neto apresentaram também a proposta de organização de uma candidatura para apoio ao financiamento do investimento que é pretendido realizar na criação de novos pólos empresariais.
Os socialistas incluem a possibilidade de requalificação do Pavilhão da Expoeste como um Centro de Micrologística Urbana de produtos agrícolas locais e serviços comerciais, com uma gestão eficaz de “stocks” e a articulação funcional a uma plataforma eletrónica de comércio online, aberta a todos os estabelecimentos comerciais do centro histórico das Caldas da Rainha.
Terreno para empresa tecnológica merece críticas
Os vereadores do PS Natália Luís e Jaime Neto abstiveram-se na aquisição, pela empresa de base tecnológica CreateInfor, de um lote de terreno com a área de 600 m2, na Avenida Eng. Luís Paiva e Sousa, sustentando que “a opção da maioria PSD pelo modelo de lotes individualizados não favorece a construção de um edifício partilhado por outras empresas de tecnologias de informação, criando um espaço conjunto de sinergias entre os diferentes parceiros, tal como se observa na maioria dos modelos de boas práticas e exemplos de sucesso de centros tecnológicos e criativos noutras cidades, baseados num modelo de edifício único com espaços e serviços comuns de partilha de informação e conhecimento”.
Entendem igualmente que esta localização “não é adequada do ponto de vista funcional, porque o pólo tecnológico das Caldas da Rainha deveria estar implantado junto da zona industrial, de forma a prestar serviços tecnológicos de valor acrescentado junto das empresas produtoras de bens industriais, nomeadamente nas áreas do ‘design’ e da gestão logística”.
Para além disso, a implantação e desenho urbano desta operação de loteamento “inviabiliza no futuro a desejável ligação urbanística alternativa entre o Bairro dos Arneiros e o Bairro da Ponte, que pode e deve ser possível através da construção de uma rotunda sensivelmente a meio da Avenida Luís Paiva e Sousa no sítio em que esta encurva e um novo arruamento atravessando o terreno deste loteamento e continuando em direção à Rua Manuel de Matos e Sousa”.




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