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Obras de regeneração urbana vão prosseguir em sete zonas da cidade

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Estão quase concluídas as obras de regeneração urbana nas ruas Capitão Filipe de Sousa, Tenente Sangreman Henriques, Montepio Rainha Dona Leonor, Heróis da Grande Guerra e 31 de Janeiro, num investimento do Município das Caldas da Rainha de cerca de um milhão de euros, com comparticipação de fundos comunitários.
Na Rua 31 de Janeiro, o pavimento de alcatrão substituiu o piso empedrado

Neste conjunto de arruamentos foram substituídas as redes de distribuição de água, saneamento doméstico e redes pluviais.

Nesta operação de modernização da rede que está acontecer, e continuará, em vários pontos da cidade, os Serviços Municipalizados das Caldas da Rainha irão investir cerca de cinco milhões de euros.

Ainda nas ruas referidas, procedeu-se à reorganização do estacionamento e dos locais de cargas e descargas, alargamento dos passeios sempre que possível e com rampas em frente das garagens.

A pensar na circulação de pessoas com mobilidade condicionada, junto às passadeiras foram colocadas rampas com pavimento táctil de aviso e direcional e lancil rebaixado na zona de atravessamento.

Na Rua 31 de Janeiro, o pavimento de alcatrão substituiu o anterior piso empedrado que, no entanto, não foi desperdiçado. As pedras irão agora calcetar uma das principais ruas de acesso à Mata Rainha D. Leonor.

Foram renovados os equipamentos de mobiliário urbano e de recolha de lixo. Os trabalhos de instalação de iluminação pública eficiente (LED) estarão concluídos em Agosto.

O levantamento dos pavimentos para a execução destas obras serviu ainda para a instalação de fibra óptica, operação em articulação com os operadores privados do setor das telecomunicações.

Neste quadro estão previstas intervenções em mais sete áreas da cidade – Bairro dos Arneiros; Bairro da Ponte; Bairro das Morenas; S. Cristóvão, Rua da Estação, Rua do Sacramento e envolventes; Largo da Feira e envolventes; e Bairro Albano – bem como edifícios e equipamentos públicos. O investimento global ultrapassa os 15 milhões de euros ao longo de cerca de quatro anos.

“Estas intervenções terão um forte impacto na qualidade de vida da comunidade em meio urbano e constituem um fator de desenvolvimento da cidade e de atratividade do investimento, como aliás aconteceu anteriormente com a Reabilitação Urbana”, afirma a Câmara.

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