Em causa está um espaço de circulação pública, nas traseiras do edifício do museu, património do CHO, cujas paredes são sistematicamente alvo de “atos de vandalismo difíceis de controlar”.
Os jardins do edifício e um túnel que liga o museu à sede da administração hospitalar têm “diversos pontos de entrada” que a administração do CHO disse à agência Lusa ter tentado “minimizar através da remoção de uma escada e da colocação de uma fechadura no portão do túnel”. Porém, a fechadura “foi destruída na noite seguinte”.
O CHO tem igualmente tentado evitar a vandalização daquele património, integrado no antigo Palácio Real, através da iluminação do espaço e de “visitas periódicas” por parte da PSP e da empresa responsável pela vigilância nos edifícios da instituição.
Esforços que, no entanto, não têm impedido que as paredes sejam grafitadas e que levaram a instituição a “desenvolver um processo de consulta para aquisição de câmaras de videovigilância para tentar dissuadir a prática destes atos”.
O hospital vai também proceder à limpeza e pintura do local “assim que as condições climatéricas o permitam”.
O Museu do Hospital e das Caldas faz parte do conjunto patrimonial ligado ao Hospital Termal Rainha D. Leonor e expõe em permanência peças ligadas à história do hospital termal mais antigo do mundo.




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