Segundo o responsável, Lopes Pereira, a empresa vai “reiniciar” em fevereiro e esteve “numa pausa durante três meses por motivos burocráticos que estão a ser resolvidos com o banco”. De acordo com Lopes Pereira, a Sagilda suspendeu em novembro os contratos dos cerca de 15 funcionários da fábrica de sabão por um período de três meses. Os trabalhadores regressarão ao trabalho em fevereiro e irão receber osdois mesesdeordenadosematraso. Comentários nas Caldas de que a empresa tinha encerrado levaram o JORNAL DAS CALDAS a apurar a situação da fábrica. Sobre qual será o futuro da empresa, que tem uma nova administração desde 2018, Lopes Pereira garantiu falar em fevereiro quando a Sagilda reabrir.




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