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Fábrica de faianças Bordallo Pinheiro mostra novas coleções em Paris

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A fábrica de faianças Bordallo Pinheiro partiu à conquista de novos sucessos internacionais com a apresentação das novas coleções na Maison & Objet, em Paris, entre 17 e 21 de janeiro. Uma das principais novidades é a coleção “Cloudy Butterflies” assinada por Claudia Schiffer, ícone global da moda e admiradora da arte bordaliana.
Duas peças da nova coleção

Em “Cloudy Butterflies”, Claudia Schiffer aliou o seu gosto pelo campo inglês e por borboletas à identidade da Bordallo Pinheiro, originando uma coleção de grande sensibilidade e elegância. Conjugando uma visão pessoal com o naturalismo decorativo e procurando a vocação funcional das peças, a ex-modelo criou um conjunto de peças que se destacam pela pintura manual artística, com um caráter mais mesclado e abstrato. Para além desta novidade, a Bordallo Pinheiro levou a Paris outras novas coleções emblemáticas. Paródia, numa homenagem ao último jornal criado por Rafael Bordalo Pinheiro, é uma linha que faz uma síntese contemporânea de algumas das suas mais icónicas criações – das andorinhas às couves, dos gatos aos morangos, entre muitos outros –, cruzando-as com a obra gráfica presente nos seus jornais e almanaques. Todos os elementos rebuliçam pelas superfícies das peças, em baixos-relevos que convidam à descoberta, como se de uma paródia se tratasse. A linha Bosque constitui um hino à natureza e à vida selvagem, valores cada vez mais essenciais no mundo atual. Os elementos vegetais e animais convivem em perfeita harmonia, sem a intervenção humana, como que numa fábula contada desde tempos imemoriais. Juntando-se ao javali e ao veado, a lebre e o faisão protagonizam esta coleção renovada, com uma abordagem mais artística e escultural, acentuando o caráter manufaturado. Na Maison & Objet também assumiu protagonismo a coleção Ananás. Uma das mais emblemáticas criações da marca surge agora numa nova cor que continua a afirmá-la na sua contemporaneidade: o branco mate. O novo tom cria um contraste sedutor entre a textura e a tradicional cor verde bordaliana, vidrado da rama, brilhante e profundo, demonstrando, mais uma vez a intemporalidade das criações do mestre Rafael Bordalo Pinheiro E depois da apresentação mundial que decorreu naquele certame parisiense há um ano, a Bordallo Pinheiro amplia em 2020 a coleção Amazónia. Dando continuidade à parceria com a organização não governamental Ecoarts Amazônia, a linha Amazónia conhece uma extensão que vem dar, com a sua multiplicidade e riqueza de tamanhos, formas, texturas e cores, uma dimensão mais próxima da própria biodiversidade da maior floresta tropical do mundo. A primeira exposição internacional da Bordallo Pinheiro da nova década completou-se com Jarros. Esta coleção da autoria de Rafael Bordalo Pinheiro, segundo a corrente naturalista oitocentista, mas já influenciada pela Arte Nova, deve muito da sua intemporalidade ao estilo único do mestre. Com função simultaneamente utilitária e decorativa, juntam-se agora o Jarro Couve e o Jarro Tomate. Estas foram as principais novidades que a Bordallo Pinheiro, marca criada nas Caldas da Rainha há 135 anos, apresentou ao mercado.

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