A previsão é que “a obra possa ter o seu início em fevereiro de 2020, com um prazo de execução de 18 meses”, informou a APA em resposta a um esclarecimento pedido pela agência Lusa. O novo prazo surge depois de, na sexta-feira, o Conselho de Ministros ter autorizado a reprogramação plurianual da despesa, a realizar pela APA, no âmbito das dragagens da zona superior da Lagoa de Óbidos e do tratamento dos materiais dragados. A previsão representa “um atraso de quase dois trimestres, porque essa obra deveria ter sido iniciada em outubro deste ano”, disse o presidente da Câmara de Óbidos, Humberto Marques, lamentando que “esta calendarização vá causar impactos em duas épocas balneares”. Ainda assim, concluiu, “mais vale tarde do que nunca”. “Os sedimentos a dragar serão lançados diretamente no mar, para sul do promontório do Gronho”, esclareceu a APA quando questionada sobre o destino dos materiais dragados. A empreitada sucede à primeira fase das dragagens na Lagoa durante a qual foram retirados 716 mil metros cúbicos de areia do corpo inferior daquele ecossistema para combater o assoreamento que periodicamente fecha o canal de ligação ao mar [a denominada ‘aberta’], pondo em causa a subsistência dos bivalves. Para evitar o fecho da ‘aberta’, o Ministério do Ambiente autorizou que os dois municípios ribeirinhos, Caldas da Rainha e Óbidos, possam fazer anualmente pequenas dragagens de manutenção sob a coordenação da APA.
Dragagens na Lagoa de Óbidos em fevereiro de 2020
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