Nessa reunião, onde apresentou um “conjunto de preocupações” relacionadas com a saúde no Oeste, como é o caso da nova unidade hospitalar, Vítor Dinis mostrou-se “convicto de que a nova unidade irá avançar e em breve, durante os próximos quatro anos”.
Além do novo hospital, o porta-voz também informou que “até final deste ano serão substituídos vários equipamentos na urgência por novos, no valor de 400 mil euros”. Igualmente serão “entregues três novas viaturas, uma a cada unidade do CHO para o projeto do Hospital Domiciliário”, e “uma de nove lugares para serviços de articulação dentro do centro hospitalar”. Está prevista ainda a “substituição de caixilharias e ventiladores na unidade de Torres Vedras” e “impermeabilização da laje da cardiologia do hospital das Caldas”.
Tirando estas “pequenas ações”, Vítor Dinis disse que a “ministra da Saúde garantiu que o governo já não vai investir mais em obras nas atuais unidades”, visto que se perspetiva a construção de um novo hospital, “bem antes dos dez anos”. No diz respeito ao financiamento, o porta-voz explicou que “caso o governo não se disponibilize será a União Europeia, que é quem vai financiar a maior parte do capital a fundo perdido, a obrigar que a construção do novo hospital avance”.
Revelou ainda que vai ser criado um grupo de trabalho ao nível do ministério, “não muito alargado” mas do qual irão fazer parte o presidente do conselho diretivo da ARS LVT, a administração do CHO, a Comissão de Utentes e a Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS), e que irá reunir-se esporadicamente para acompanhar o projeto da nova unidade.
A Comissão de Utentes também foi convidada para integrar o Conselho Consultivo do CHO, através de dois elementos.



0 Comentários