A ponte encontrava-se há mais de dois anos “em estado de pré-colapso, com a superestrutura abatida e inclinada, devido à rotura interna dos pilares em madeira que se encontra carcomida por ação de moluscos bivalves que se fixaram na zona dos pilares influenciada pelas marés”, podia ler-se no contrato administrativo celebrado entre a Câmara Municipal de Óbidos e a Agência Portuguesa de Ambiente, que serviu de base para recuperação desta infraestrutura.
A degradação da ponte levou, na ocasião, os Serviços Municipais Proteção Civil a proceder “à sua interdição por meio de sinalização e colocação de fitas de delimitação, por motivos de segurança”, medida que, no entanto, “tem sido sistematicamente desrespeitada pelos utilizadores do circuito ciclo-pedonal”, pondo em risco a segurança.
A reparação da ponte teve um custo de quinze mil euros.



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