Estas novas esculturas, que surgiram através de uma cooperação entre o ceramista, que vive em Beja, e a unidade fabril, têm como objetivo “dar uma segunda vida” às peças ou cacos rejeitados pelo circuito fabril.
“Fui fazendo visitas regulares ao caixote e selecionei muitas peças ou partes que fui trabalhando aqui e depois finalizei na minha oficina na Cabeça Gorda”, refere o autor na descrição da exposição, adiantando que pegou “nos trabalhos mais emblemáticos da fábrica, cortei e colei, desconstruí e construí, tentando sempre manter não só o espírito e o humor, como também as técnicas de fabricação, decoração e pintura”.
Entre as obras constam pratos com asas de anjo e travessas cerâmicas decoradas com sardinhas, cujas cabeças e rabos tem uma dimensão maior do que a área total da peça, figuras femininas, entre outras.




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