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Peniche, que futuro?

Carlos Tiago

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Já não conheço a minha cidade. Ainda sou do tempo em que meus pais me autorizavam sair à noite e a chave ficava na fechadura até à hora estipulada para entrar. Ainda sou do tempo em que chegávamos à noite a casa nos cruzávamos com um Agente da PSP.

Ainda sou do tempo em que chegávamos à noite a casa nos cruzávamos com um Agente da PSP. Ainda sou do tempo em que tínhamos Polícia de Proximidade. Agora maiso crime cometido contra o João Pitau e a esposa não é mais do que o seguimento de vários outros crimes cometidos contra habitantes, homens e mulheres desta dita Cidade tais como muitos outros que, de há uns anos a esta parte, têm vindo a acontecer. Para não ir ao baú recordo o assalto ocorrido perto da Funerária Senhora da Conceição a uma senhora que foi violentamente assaltada em plena luz do dia, tendo ficado inclusive sem carteira e sem os documentos. Já não nos bastavam os assaltos a estabelecimentos comerciais, à propriedade privada, o trânsito caótico e a rebaldaria nos estacionamentos para termos as pessoas a serem assaltadas à luz do dia e no local que elas próprias julgam mais seguro, a sua própria habitação. Acabaram com a polícia de proximidade, reduziram o número de efetivos da polícia, talvez tenha chegado a hora de ser repensada a melhor maneira de defender a população de Peniche. Se nada fizerem, daqui ao caos é um pequeno passo. Nós penicheiros não o merecemos.

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