A manifestação de solidariedade foi acompanhada no resto do país pelas 44 equipas VMER.
Durante três dias foi colocada uma faixa negra em sinal de luto na viatura de emergência médica caldense.
Os profissionais de saúde de emergência médica, acompanhados por familiares e a presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Oeste (CHO), Elsa Baião, juntaram-se perto das suas instalações e fizeram um minuto de silêncio após um breve toque da sirene da ambulância, que marcou a homenagem ao médico, enfermeira e dois pilotos que faleceram no acidente aéreo.
Segundo Nuno Pedro, enfermeiro e coordenador da VMER das Caldas da Rainha, “com este gesto esperamos que a missão destes quatro heróis que partiram seja recordada para sempre porque eles foram uns verdadeiros heróis”.
Foi a primeira vez que aconteceu uma situação com esta gravidade a nível nacional. “Em 17 anos de utilização de helicópteros ao serviço do INEM nunca tinha acontecido”, lamentou o enfermeiro, acrescentando que poderia ter acontecido a “qualquer um de nós porque também fazemos helicóptero quando necessário”.
Nuno Pedro recordou que conhecia o piloto João Lima porque “já tinha voado com ele”.
Elsa Baião quis com a sua presença “mostrar respeito não só às vítimas e suas famílias, mas também para com os nossos profissionais, que no dia a dia correm muitos riscos não só a voar como na viatura de emergência médica”.





0 Comentários