O curso, promovido pelos enfermeiros e formadores da Salvar, Nuno Pedro, Nuno Franco e Luís Silvério, no passado sábado, na sede da União de Freguesias Nossa Senhora do Pópulo, Coto e São Gregório, teve a participação de doze pessoas, com o objetivo de os habilitar a dominarem as técnicas básicas para atuarem numa situação de emergência, socorrendo alguém que se encontre em paragem cardiorrespiratória.
“A formação de SBV e o uso de desfibrilhadores deveria ser um complemento da cidadania e ensinado na escola para depois mais tarde fazerem as certificações”, disse Nuno Pedro, que considera que o curso deverá ser obrigatório em alguns grupos profissionais, nomeadamente, jornalistas. “O que nós queremos é sensibilizar a quem dá as notícias para a importância deste curso que pode salvar uma vida”, salientou o enfermeiro, acrescentando que está demonstrado que “a desfibrilhação precoce, realizada entre três a cinco minutos após o colapso da vítima, resulta em taxas de sobrevivência de 50 a 70%”.
Joaquim Urbano, coordenador da equipa VMER (Viatura Médica de Emergência e Reanimação) das Caldas da Rainha, esteve presente na iniciativa.





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