Q

Concertos do Caldas Nice Jazz

Francisco Gomes

EXCLUSIVO

ASSINE JÁ
No âmbito do Caldas Nice Jazz, no dia 16 de outubro, no Largo da Praça, em Salir do Porto, tocaram Daniel Bernardes (piano) e Mário Marques (saxofone).
Daniel Bernardes e Mário Marques em Salir do Porto

A colaboração entre ambos remonta a 2002, ano em que Mário Marques apresenta no Festival de Jazz do Valado dos Frades a sua Hybrid Jazz Machine. Desde então inúmeros foram os projectos e colaborações entre os dois músicos, desde o projecto multimédia – O Rondó da Carpideira, com raízes na música tradicional portuguesa, ao Daniel Bernardes Crossfade Ensemble, estreado na edição de 2016 do Caldas Nice Jazz. O duo apresentou um concerto em que misturou temas do cancioneiro jazz norte-americano com composições de autores incontornáveis do jazz português.

Na passada quarta-feira a Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste, nas Caldas da Rainha, foi palco do concerto da Escola de Jazz do Porto, com Sílvia Miteva na voz, Miguel Pedrosa na guitarra eléctrica, Setereh Fadaei no piano, Carlos Dias no baixo e Pedro Ribeiro na bateria.

A Escola de Jazz do Porto nasceu em 1985 como um projeto liderado pelos irmãos Barreiros, que juntamente com alguns amigos decidiram estimular e divulgar o ensino da música improvisada em Portugal.

No dia 18 de outubro, no café Os Capristanos, atuou o MelCapone, um quarteto de jazz que envolve temas modernos dos anos 80, 90 e 2000 com um som vintage e jazzy. Formado por músicos de vasta experiência em vários estilos musicais, Melanie Russo – voz, Ricardo Neves – baixo, Nélio Freitas – bateria e João Frazão – guitarra, encontram nesta formação o gosto comum pelo jazz, bem como uma forma de expressão pessoal criada e sustentada pelo improviso, dando assim, uma sonoridade nova e contemporânea a músicas recordadas por várias gerações.

No dia 19, no Centro de Artes, atuou o Duo Assanhado, formado pela cantora Marta Garrett e o guitarrista Leonardo Mezzini, que se conheceram em Amesterdão em 2015, onde encontraram em comum o prazer de tocar jazz e música brasileira juntos.

Quando Marta começou a tocar ukulele e a escrever as suas próprias canções, a musicalidade de Leo iria juntar-se. A música original resulta da mistura de influências de música portuguesa, brasileira, pop e jazz.

No dia 20, no terminal rodoviário, a Sociedade Filarmónica de Alvorninha tocou jazz. Fundada em 1921, conta atualmente com um grupo muito jovem de músicos, cerca de 35 elementos, na sua maioria com menos de 25 anos.

A filarmónica apresentou sons do jazz tradicional ao mais contemporâneo, contando com convidados especiais: Vera Santos no clarinete e João Salcedas nos saxofones (solistas).

(0)
Comentários
.

0 Comentários

Deixe um comentário

Artigos Relacionados