Pilotos de vários pontos do país, incluindo das Caldas da Rainha, experimentaram a adrenalina da 1ª Subida Quase Possível, em que tinham uma missão espinhosa, o que tornava aliciante a competição e vistosas as tentativas, com algumas quedas pelo meio. Os pilotos duvidavam se conseguiriam superar os declives do terreno em três patamares e chegar ao topo.
Nelson Rodrigues admitiu que “estamos no início, lá em baixo, a pensar que não vamos conseguir. Nós queremos, mas não sabemos se vamos conseguir”.
Luís Raposeiro manifestou que a prova “é mesmo no extremo e não é pêra doce”. Ricardo Domingos disse que “é difícil porque é uma colina enorme”.
Para Luís Baptista, “o truque é manter sempre a calma e dar gás e a adrenalina no máximo desde que partimos”
A perícia, preparação da mota e alguma sorte permitiram que houvesse quem tenha conseguido fazer os 160 metros da rampa.
A organização, a cargo do Círculo de Arte Cultura e Recreio do Vimeiro, acredita que pode criar tradição com esta prova. Humberto Ribeiro comentou que “custa é a primeira vez, agora temos a estrutura bem montada e é acertarmos datas, fazer e crescer”
“Juntámos os apoios necessários possíveis e penso que está aqui uma prova engraçada com pernas para andar”, acrescentou Romeu Ramalho.
Apesar de parecer uma missão impossível, a 1ª Subida Quase Possível foi mesmo concretizada. Uma prova que proporcionou muitos risos e boa disposição do público perante as adversidades encontradas pelos pilotos e as manobras para contorná-las.









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