O homem encontrava-se na companhia da mulher e de um familiar, com quem viajava pelo país numa autocaravana. O alerta para o acidente foi dado pelas 14h10, tendo a vítima sido assistida pelos bombeiros de Óbidos e pela equipa da viatura médica de emergência e reanimação do Centro Hospitalar do Oeste, unidade para onde foi transportada com ferimentos graves e onde deu entrada já cadáver.
A GNR investiga as causas do acidente, mais um a juntar ao extenso rol de quedas desde a muralha ou das escadas de acesso ao longo dos últimos anos, umas com consequências mais graves do que outras.
Muitos turistas passeiam diariamente pelas muralhas de Óbidos, algumas percorrendo toda a sua extensão. Distrações, tonturas e outras causas originam as quedas. “O cuidado ao circular na muralha deve ser constante. O que tem de haver é a noção das pessoas que existe um piso que é irregular e que não é a mesma coisa que estarmos a circular num centro comercial”, fez notar ao JORNAL DAS CALDAS o comandante dos bombeiros de Óbidos, Carlos Silva, a propósito dos acidentes registados, por exemplo com um turista brasileiro e outro japonês, ambos de 68 anos, e um espanhol, de 73 anos, que morreram após queda das muralhas nos últimos anos. Outros ficaram gravemente feridos, como um japonês, de 77 anos ou uma brasileira, de 40 anos.




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