Para este responsável, a Bandeira dos Afetos “vem confirmar aquilo que deve ser a postura dentro de uma escola a nível de professores, funcionários, alunos, que é cultivar as boas relações interpessoais”.
Segundo João Silva, p contato pessoal é muito importante numa altura que “as pessoas estão cada vez mais ligadas aos aparelhos eletrónicos”. “Se nós aqui dentro da escola cultivarmos essa imagem de respeito, consideração pelos outros e afeto é muito mais fácil gerir as interligações entre todos”, apontou o diretor do agrupamento.
Para assinalar o hastear da bandeira, decorreu uma pequena cerimónia com a presença da vereadora da educação, Maria João Domingos, e Vítor Marques, presidente da UniãodasFreguesiasde Caldas da Rainha -Nossa Senhora do Pópulo, Coto e São Gregório.
Presente também na sessão esteve Fátima Neves, da Unidade Saúde Publica Zé Povinho, responsável pelo “Movimento Escola dos Afetos” que já existe desde 2014 e que implica que a “ascola tenha uma cultura de afetos”. “O compromisso é que haja intervenções a nível com alunos e comunidade escolar, relacionadas com os alunos comportamentos, trabalhando os valores e os afetos, a nível do espaço escola”, adiantou.
Para esta responsável, no fundo o que interessa é que haja um “bom relacionamento entre alunos e professores, de modo a aumentar as competências académicas, mas sobretudo os valores pessoais e comportamento”.
Ao JORNAL DAS CALDAS, Fátima Neves disse que está comprovado que os afetos “diminuem o “bullying e aumentam o aproveitamento escolar”.
Nas Caldas da Rainha todos os agrupamentos aderiram a este movimento, pretendendo-se mobilizar “toda a comunidade para o desenvolvimento de atividades que apliquem a componente afetiva, de modo a promover o bem-estar e os estilos de vida saudáveis”.
A professora Mercês Matos referiu que na escola já há vários projetos que promovem os afetos, como o “Message in a Bottle”, no âmbito do Projeto Educação para a Saúde e Educação Sexual.





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