“A empresa iniciou a sua atividade em maio de 2016, recebendo na altura avultadas verbas de fundos comunitários e nacionais, assumindo o propósito de criar 150 postos de trabalho. No entanto, atualmente apenas emprega dez trabalhadores com contratos precários”, alertou o Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Indústrias de Alimentação, Bebidas e Tabacos de Portugal (SINTAB).
A denúncia foi feita numa carta enviada na quarta-feira ao Ministério da Economia a solicitar uma reunião.
Mariana Rocha, dirigente do SINTAB, afirmou à agência Lusa que a fábrica “está a despedir trabalhadores”.
A empresa não prestou quaisquer esclarecimentos.



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