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Recuperação de capela histórica no Cercal com financiamento estatal

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O secretário de Estado das Autarquias Locais, Carlos Miguel, assinou na manhã do passado dia 19, na Igreja de São Vicente do Cercal (Cadaval), um contrato de financiamento para a recuperação da capela daquela localidade. A obra de restauro e conservação estima-se em cerca de 100 mil euros, que serão, assim, comparticipados pelo Governo em metade do respetivo valor.
Comitiva visitou a capela, que está degradada

A deslocação do governante teve o intuito de firmar acordo com a Fábrica da Igreja Paroquial de São Vicente do Cercal, objetivando o restauro e conservação da capela, cuja construção remonta ao séc. XVII.

Participaram na assinatura do contrato de financiamento Sónia Ramalhinho, diretora-geral da DGAL – Direção Geral das Autarquias Locais (serviço coordenador), José Pedro Neto, vice-presidente da CCDR-LVT – Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (serviço regional desconcentrado), e ainda o padre Yovanny Frias, em representação da Fábrica da Igreja Paroquial de São Vicente do Cercal (entidade promotora).

Testemunharam ainda o ato contratual, o presidente da Câmara Municipal do Cadaval, José Bernardo Nunes, o presidente da Assembleia Municipal, Rui Soares, a presidente da Junta da União de Freguesias de Lamas e Cercal, Amélia Silva, entre outros autarcas e elementos da comunidade local.

A anteceder a formalidade da assinatura, a comitiva fez uma breve visita à capela, onde pôde constatar a degradação instalada no histórico edifício, de onde ressaltam as fissuras e infiltrações de humidade nas paredes, bem como o mau estado do telhado.

“Não é uma obra fácil de concretizar, dadas as suas especificidades”, referiu José Bernardo Nunes, afirmando a “disponibilidade total dos técnicos da Câmara, quer para o lançamento do concurso, quer para a execução da obra”.

Carlos Miguel realçou o caráter “valioso” do património inerente à capela e a importância de o preservar. “Tenho perfeita consciência de que é preciso conseguir os outros 50 por cento [do valor de investimento]. E por isso é que temos aqui as forças vivas do concelho. Temos a autarquia e temos a mobilização das pessoas”, apontou.

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