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O criador do bombom “mais caro do mundo” elogiou o workshop “Empreendedorismo Inovador”

Marlene Sousa

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“Deveria haver mais destes eventos que são fundamentais para juntar várias empresas e pessoas e trocar experiências motivadoras”, disse o chocolatier Daniel M. Gomes, que foi um dos oradores convidados do workshop “Empreendedorismo Inovador”, que decorreu no Pólo de Óbidos da Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste (EHTO), inserido no Festival do Chocolate. Para o criador do bombom “mais caro do mundo”, “ouvir colegas de outras áreas de trabalho que são bem-sucedidos e que não desistem, para mim também é um alento e dá-me força para continuar”.
O chocolatier Daniel M. Gomes vai apresentar no Festival de Chocolate em Óbidos um bombom que custa 7.728 euros

Daniel M. Gomes, responsável pela marca “Daniel’s Chocolate”, que é atualmente uma das mais prestigiadas marcas nacionais de chocolate e tem sede em Leiria, falou do bombom que foi criado em 2015 e lançado numa parceria com a Portojoia, e que custa sete mil, setecentos e vinte e oito euros. Este “bombom mais caro do mundo” vai ser apresentado pelo seu criador no Festival Internacional de Chocolate de Óbidos, nos próximos dias 17 e 18. O bombom, com formato de diamante, é, segundo Daniel Gomes, “feito com chocolate Valrhona negro equatorial e com as especiarias mais caras do mundo: filamentos de açafrão, trufa branca Perigord, óleo de trufa branca, baunilha de Madagáscar (a mais cara do mundo), flocos de ouro e um ingrediente secreto. Numa edição limitada de puro luxo, a embalagem é composta por uma base de madeira lacada a preto, com a gravação em ouro do número de série e uma campânula em cristal, revestida a cristais e pérolas Swarovski, finalizando com uma pega em fita de ouro.

Daniel M. Gomes também criou para o Festival de Chocolate um bombom, marca registada com recheio licoroso de ginja de Óbidos.

O workshop contou também com a intervenção de outros empreendedores que trocaram a sua experiência com o público. A empreendedora Anabela Capinha Santos falou do seu projeto Capinha d’ Óbidos, que iniciou com o bolo de receita familiar já era conhecido entre amigos e habitantes de Óbidos.

Os alunos finalistas do Curso Técnicas de Cozinha e Pastelaria da EHTO, falaram do projeto “Crepes do Oeste”, com direito a uma degustação.

A jovem Bruna Costa Alves, engenheira alimentar com formação especifica em pastelaria, formadora nesta área e a trabalhar em Lisboa, mas natural das Gaeiras, levou o seu “Ló d’Óbidos”, um pão de ló 100% de cacau.

O empreendedor Lino Romão falou dos “Beijinhos d’Óbidos”, uma variação recente dos beijinhos das Caldas. Este produto foi apresentado no Festival Internacional de Chocolate de Óbidos em 2014 e é a primeira marca registada de um chocolate produzido em Óbidos.

O workshop moderado por Daniel Pinto, diretor da EHTO, e por João Carlos Costa, contou ainda com a intervenção de Ricardo Duque, presidente da Associação Espaço Ó, e Carlos Martinho, presidente da Óbidos.com.

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