É uma tradição que se perdeu com o passar dos tempos no Landal e que agora o CDCL quer recuperar. O ritual pagão secular encerra os festejos carnavalescos e um período de folia. Se por um lado extravasa todas as tensões e energias, por outro, prepara o espírito para o sossego da quaresma que se aproxima.
O corpo do entrudo esteve a ser velado no CDCL. O ‘carro funerário’ percorreu a rua principal dos Rostos, num ‘funeral’ ao qual se foram juntando muitas pessoas à sua passagem, atraídas pelos gritos lamuriantes da viúva inconsolável em constante diálogo ora com o padre ora com o diabo, sempre com muita ironia e malícia quanto baste.
O cortejo serviu para todos se despedirem do “Sr. Entrudo” até a “Quinta dos Calados”. No final houve um lanche-convívio.
Esta iniciativa visou sobretudo a envolvência da instituição para com a comunidade numa perspectiva de integração social.






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