As críticas são dirigidas à Câmara Municipal, com acusações que muitas escolas do 1º ciclo e jardins de infância não desfilaram porque receberam a informação da autarquia que não havia espaço no pavilhão da Expoeste para todas as crianças.
Em declarações ao JORNAL DAS CALDAS, o presidente da Câmara, Tinta Ferreira, garantiu que “ninguém da Câmara proibiu escolas de entrarem na Expoeste”.
Segundo o autarca, “pelas 9h30 da manhã, uma vez que a chuva era mínima e tudo apontava que parasse, começaram a chegar autocarros à avenida para participar no desfile que era para ser na rua”. Como à hora que supostamente era para iniciar o desfile a chuva não parou e houve uma altura que intensificou, a vereadora da educação, Maria João Domingos, decidiu mudar toda a logística e fazer o desfile no pavilhão da Expoeste. Tinta Ferreira assegurou que “os autocarros que estavam na avenida e voltaram para as suas escolas e as crianças que nem sequer saíram dos estabelecimentos de ensino foi por vontade e decisão dos docentes e diretores dos agrupamentos”.
O autarca disse que todos os agrupamentos e estabelecimentos de ensino foram avisados atempadamente que se houvesse condições climatéricas adversas “o desfile seria transferido para o pavilhão da Expoeste”.
“Se eventualmente as cerca de três mil crianças fossem todas para a Expoeste, em vez do desfile fazíamos só a festa com a animação e música para garantir a segurança de todos”, adiantou Tinta Ferreira, revelando que o pavilhão tem capacidade para “oito mil pessoas”.



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