Como tudo na vida, há bons e maus profissionais, há os mais dedicados e compreensivos, há os mal educados, brutos e insensíveis e os neutros. Também divido os “seguranças” nesses três parâmetros. Contudo, para mim um segurança tem que ganhar a sua “batalha” pela boca, pelas palavras, harmonia, não pela agressão física ou mesmo a verbal insultuosa, todavia, compreendo que face a muitas das gerações de hoje em dia, que são baseadas numa má formação, educação, saber estar, leva a muitos destes seguranças, que acima de tudo são ser humanos normais, não são super homens, a adotarem uma atitude mais agressiva, de modo a chegar às ditas pessoas uma mensagem mais nítida e objetiva.
Sabemos que por vezes o comportamento do público é exagerado, quando se “afoga” no álcool ou estupefacientes, não controlando assim o seu comportamento e levando-o a invadir a liberdade de outros e perturbando o bom funcionamento dos clubes.
Não mandem pedras aos seguranças. Um dia se calhar já foram eles que vos salvaram e acudiram de alguma situação. A minha sugestão para o público frequentador dos clubes é que tenha mais calma, postura e acima de tudo respeito. Não vão para os espaços noturnos descarregar o vosso stress, conflitos interiores e guerras criadas no dia a dia.
Também sugiro que os seguranças não vejam o seu “corpo” como uma arma e não saiam com uma agressividade pura e dura, por vezes desnecessária, para resolver uma situação com uma pessoa.
O melhor segurança é aquele que resolve as coisas a falar. Afinal o respeito não se ganha, conquista-se.



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