Segundo sustenta, o comboio “é uma mais-valia para a população na época balnear”, uma vez que “deixa os passageiros a uma escassa centena de metros do areal, o que torna este transporte muito atrativo para um dia de praia”.
Contudo, “com a retirada das automotoras 592 para a Linha do Douro e a sua substituição por material circulante que estava destinado para abate, têm sido constantes as supressões de comboios na Linha do Oeste”.
“Quando existem supressões, quais as medidas que são tomadas para que as pessoas possam continuar a usufruir das praias?”, interroga o deputado, que defende o comboio “visto ser um meio de transporte amigo do ambiente, que contribui para a redução da emissão de gases com efeito de estufa, uma vez que limita a maior invasão de veículos automóveis para a zona das praias no verão”.




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