Tudo começou com a proposta de juntar quatro autores e os seus ofícios — Carlos Barretto (músico e compositor) António de Castro Caeiro (filósofo e tradutor), André Gago (ator e escritor) e José Anjos (músico e poeta) — com um objetivo: o precipício enquanto exercício de contemplação e linguagem — porque caímos juntos; caímos em pensamento e no pensamento uns dos outros, na celebração da vida e dos afetos.
O primeiro trabalho de No precipício era o verbo consiste num livro e cd. Ao vivo apresenta-se em espetáculo, com cerca de 75 minutos de duração, composto pela leitura encenada de poemas, traduções e composições dos quatro autores, com interpretação musical de Carlos Barretto.



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