A sirene dos bombeiros das Caldas da Rainha tocou pela necessidade de mobilizar meios para o fogo nos Casais da Paraventa, pois já se adivinhava que, devido ao forte vento, o combate não iria ser rápido. O alerta foi dado às 14h17 e logo se concentraram no local 66 bombeiros, 18 viaturas e um meio aéreo. À medida que os minutos iam passando, aumentava o efetivo disponibilizado por várias corporações da região. Chegaram a estar a combater o incêndio 146 bombeiros, apoiados por 42 veículos e dois meios aéreos, revelou o comandante da corporação caldense, Nelson Cruz.
A intervenção em força permitiu que ainda antes de cumpridas duas horas o incêndio fosse considerado em fase de resolução. Mas a autoestrada A15 (Caldas da Rainha/Santarém) ainda teve de ser cortada entre as 15h e as 16h na zona mais próxima do fogo, devido ao fumo, que deixava a estrada sem visibilidade. Outras estradas nacionais e municipais foram também condicionadas até o perigo passar.
Apurou-se que o incêndio foi originado pela queima de resíduos domésticos numa propriedade privada. As chamas chegaram a estar perto de habitações, mas apenas arderam árvores e mato, nas freguesias de Vidais e Landal.
A adjunta de operações da Autoridade Nacional de Proteção Civil, Patrícia Gaspar, chama a atenção que “durante o período crítico em matéria de incêndios florestais [22 de junho a 30 de setembro] é proibido o uso de qualquer espécie de fogo junto a estes espaços”.



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