José Gonçalves é padre no Landal, A-dos-Francos e São Gregório, nas Caldas da Rainha, mas tem casa perto de Fátima. É ali que tem a sua coleção de mais de dez mil porta-chaves. Conta que tudo começou há trinta anos por causa das excursões que organizava numa das paróquias a que presidiu.
“Comecei a pedir às pessoas que no fim de cada excursão me dessem um porta-chaves, para ter uma recordação de cada uma delas”, relata ao JORNAL DAS CALDAS.
A partir daí a coleção aumentou e as ofertas não pararam. “Ou dão-me ou peço”, diz o padre, que sente orgulho na sua coleção. “Há uns porta-chaves triviais, logicamente que sim, mas há outros que são imaginativos. São de vários pontos do mundo, inclusive do Vaticano. Não tenho nenhum benzido”, indica.
Não tem porta-chaves repetidos e atingiu a meta a que se propôs. “Era chegar aos dez mil. O resto era acréscimo. Já devo andar nos dez mil e duzentos e tal”, certifica.
Um número que mereceu mais um convívio com alguns amigos que o ajudaram. Um deles, Joaquim Coelho, afirma que o padre “deve ser um dos maiores colecionadores de porta-chaves do país”.
Francisco Gomes









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