De acordo com o autarca, “a ideia de realizar concertos em espaço público, ao longo do roteiro das nossas ruas pequenas, permitiu juntar boa música, de vários géneros, com boas assistências em todas as esquinas e cantinhos fabulosos da Nazaré”.
Devido à forte adesão de residentes e visitantes a esta aposta da autarquia, “no próximo ano alargaremos o festival a mais lugares e géneros musicais. Manteremos o final com um espetáculo de um grande nome nacional ou internacional, pois o ano de lançamento da iniciativa revelou-se um êxito com um concerto memorável de Ana Moura, que encheu o areal”.
A marginal encheu-se de gente, tal como na passagem de ano, para assistir ao concerto que, juntamente com os restantes, se “transformou numa grande jornada de dinamização económica do concelho, um dos principais objetivos deste festival. Naturalmente que pretendemos, também, afirmar a Nazaré no plano dos festivais de música, conjugada com a especificidade das nossas pequenas ruas e esquinas, numa lógica de boa música em espaço público”, acrescentou o autarca.
Fizeram o 1º Esquininhas a DixieNaza Jazz Band, Abilius, Portuguesismos, Trinus Quintet, Coro do Município da Nazaré e Cristina Maria, e a fadista Ana Moura.



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