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Precários do CHO fora do relatório sobre a precariedade no Estado

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Os trabalhadores precários do Centro Hospitalar do Oeste dizem que o relatório sobre a precariedade no Estado, divulgado pelo governo, identifica mais de 100 mil pessoas numa situação de precariedade, sendo o Estado é o maior empregador, mas omite todos os trabalhadores precários que estão mediados por empresas de trabalho temporário e de falso outsourcing, como é o seu caso.

“No CHO existem 180 trabalhadores precários em regime de falso outsourcing. Prestamos serviços permanentes essenciais ao funcionamento dos hospitais de Torres Vedras, Caldas da Rainha e Peniche. Estamos nos serviços de urgência, medicina, ortopedia, maternidade, cirurgia, pneumologia, entre outros”, referem.

“O CHO, só em 2015, gastou 10,2 milhões de euros com empresas de falso outsourcing. Se fossemos diretamente contratados pelos hospitais o Estado pouparia milhões de euros”, adiantam.

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