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Comissão Cívica rejeita eventual abate de árvores na mata

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A Comissão Cívica de Proteção das Linhas de Água e Ambiente rejeita a possibilidade equacionada pela união de freguesias de Nossa Senhora do Pópulo, Coto e São Gregório de abate de 79 árvores na Mata Rainha D. Leonor para alargamento da Rua Maria Ernestina Martins Pereira, aproveitando o fato do muro de contenção estar degradado e necessitar de intervenção.

“Só por questões de doença se justifica o abate destas árvores. Se o muro está a cair só tem que se reparar e não por esse fato estarem a aproveitar a oportunidade para abater 79 árvores. É de uma irresponsabilidade e falta de sensibilidade, colocarem em causa a vida destas árvores porque um muro está a cair”, manifesta a comissão.

“Esta possibilidade, a ter que ser tomada, teria de ser a última a considerar e somente depois de devidamente analisada. Afinal a preocupação não está nas árvores, mas sim em aproveitar à custa do abate das mesmas, alargar uma pequena estrada, havendo outras soluções”, sustenta Vítor Diniz, porta-voz da comissão.

A comissão aproveita para “fazer um apelo aos responsáveis, nesta altura que se mostram tão preocupados para o possível abate de algumas árvores que eventualmente estão doentes, que o mesmo seja gradual e de forma desencontrada, para que não sejam criadas manchas brancas na mata e parque”.

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