Os contratos em causa dizem respeito à faixa litoral entre Lisboa e o Porto, no mar (onde opera o consórcio Repsol / Kosmos / Galp / Partex) e em terra (com a Australis).
Segundo o movimento, “estes contratos foram celebrados nas costas da população e das autarquias e não são compatíveis com os interesses locais uma vez que colocam em risco os recursos naturais e as principais atividades económicas da região, que deles dependem: pesca, turismo, agricultura, hotelaria, restauração, entre outras”.
Para além disto, considera que “não faz sentido para Portugal iniciar agora a prospeção de petróleo quando é de senso comum que o caminho energético do futuro passa pelas energias renováveis, tendo inclusive o primeiro-ministro, António Costa, afirmado recentemente, aquando da cimeira do clima em Marrocos, que Portugal será carbono neutro em 2050”.
“Investir em energias fósseis no presente momento é contribuir declaradamente para a destruição do sistema climático e a catástrofe ambiental, e ir contra o compromisso assumido por Portugal face às metas estabelecidas na Cimeira de Paris em 2015”, sustenta.
Os dois primeiros subscritores da petição são Sónia Balacó (atriz) e Ricardo Vicente (engenheiro agrónomo).



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