“Temos o melhor peixe do país e uma oferta gastronómica excecional. Os noticiários mostram-nos, de norte a sul, exemplos de festivais que potenciam a economia e promovem os produtos locais, atraindo milhares de visitantes: o ‘Festival da Sardinha’ em Portimão, o ‘da Caldeirada’ em Setúbal, o ‘do Perceve’ em Vila do Bispo ou até o ‘da Abóbora’ na Lourinhã, entre outros. Em Peniche tivemos, ao longo do tempo, a ‘Feira do Mar’, o ‘Festival da Sardinha’ e o ‘Sabores do Mar’. Esta associação dos produtos à sua origem tem ganhos evidentes. Para além da mobilização de grande parte da comunidade e do sentimento de orgulho nos seus produtos, é acrescentado valor aos produtos e à economia”, sustentou.
“Temos muitos pratos identitários da nossa terra: a sardinha assada, a caldeirada, o sequinho, o peixe-seco, o alfaquique frito ou, na doçaria, os ‘Esses de Peniche’ e os ‘Pastéis de Peniche’. Será que podemos desperdiçar a enorme oportunidade de transformar esta riqueza imensa em fator de atratividade e diferenciação?”, manifestou.



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