Luís Macau (Juventude Vidigalense) foi o vencedor absoluto da já histórica prova da Nazaré, que este ano retomou o seu percurso original, com o tempo de 1:14:18. Seguiram-se Luís Ginja (AC Mira Sintra), com 1:13:21, e Rogério Bessa (Jobra – Associação de Jovens da Branca), com 1:14:10.
Em senhoras, a vitória coube a Eunice Fernandes (AABV Lagoa Algarve), com a marca de 1:31:50. Os restantes lugares do pódio foram ocupados por Vera Portela (Leiria Marcha Atlética), com 1:34:45 e Sara Mendes (Forno do Avô), com 1:37:42.
Na 21ª Volta à Nazaré, Rui Dolores (New ID) cortou a meta em primeiro lugar, com o tempo de 0:35:18, enquanto que, no escalão feminino, a vitória sorriu à nazarena Ana Petinga (A.A. Coimbra), com 0:43:33.
Como é apanágio da mais antiga das meias maratonas em Portugal, a prova respeita o espírito da corrida popular e privilegia os prémios de participação. Assim sendo, a organização procurou este ano reforçar as lembranças a atribuir aos participantes, no habitual Kit do Atleta.
Para além do já tradicional prato de porcelana da SPAL, evocativo da 42ª edição, e da broa da pastelaria Batel, este ano os participantes receberam um buff impresso com um dos padrões típicos dos lenços, ou “cachenés”, da Nazaré. Uma homenagem a um dos símbolos do traje da mulher da Nazaré mas, acima de tudo, uma forma de promover a identidade nazarena junto dos muitos atletas que vêm de outros pontos do país e do estrangeiro.
Outra novidade foi o facto da 42ª Meia Maratona Internacional da Nazaré tornar-se a primeira prova, a nível mundial, a adotar o código ColorAdd, o “alfabeto” de cores que permite aos atletas daltónicos identificar a sinalética das provas em que participam.
Este ano, a organização homenageou Gama Lopes Coutinho, o proprietário da pastelaria Batel que, desde a primeira edição, fornece a “broa da Meia”, oferecida a todos os atletas.




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