“A ideia é convidar o turista a circular naquele espaço, convivendo mais diretamente com as peixeiras”, explicou Álvaro Manso, o arquiteto que assina este projeto.
Onze peixeiras dedicam-se à secagem do peixe, mas o projeto do Museu prevê a criação de 17 lugares. “Temos em perspetiva que, com as condições melhoradas, este lugar possa captar novos interessados em criar postos de trabalho”, afirmou Walter Chicharro, presidente da Câmara Municipal, para quem esta é uma zona muito especial, pela existência da antiga lota (Centro Cultural da Nazaré), a exposição das embarcações tradicionais e a secagem do peixe.
A colaboração da Câmara Municipal com uma futura entidade (a criar) na certificação do peixe seco, a promoção do produto em Feiras ou eventos nacionais e internacionais, a realização de Mostras Gastronómicas com o Carapau Seco/Enjoado, bem como a candidatura do Peixe Seco a Património Cultural Imaterial e a apresentação do livro sobre a arte da secagem do peixe (aborda as diferentes fases da produção até ao produto final), que será oferecido em cerimónias/atos oficiais são algumas das ações previstas para a preservação de uma atividade económica secular, quase única no país.



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