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Importância da escolha correta das mochilas das crianças

Vitor Diniz

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Conforme noticiado neste jornal, em 7/09/2016, e partilhando inteiramente dos conselhos nele sugeridos, gostava de dar aqui a minha opinião e o meu contributo de conhecimento, nesta matéria.

Desde que comecei a estudar, tinha 6 anos, na escola primária, até concluir na altura o Curso Geral do Comércio, as mochilas eram totalmente desconhecidas.

Existiam as sacas em serapilheira dos mais pobres, as malas de cartão da classe média e as malas em cabedal ou parecidos dos ricos.

Já sei que nesta altura, quem está a ler, se exclama, mas os tempos de agora, são outros! Pois são, então na altura em que os meus 3 filhos andaram a estudar e todos tiraram um curso superior, já usavam as conhecidas mochilas, com uma diferença, todos os dias, tinham a preocupação antes de se deitarem, apenas colocarem na mochila os livros estritamente necessários para cada dia de aulas. Assim, evitaram no futuro não virem a ter problemas de coluna ou pelo menos minimizá-los.

Tenho os meus netos a estudar em Inglaterra, onde os alunos não transportam livros de casa para a escola ou vice-versa. Cada escola tem os seus próprios livros, que se utilizam na escola e os alunos para estudarem ou fazerem os trabalhos de casa apenas utilizam fotocópias e não são menos inteligentes ou tiram piores médias por isso.

Para além da comodidade, a economia, os pais não precisam de comprar os livros. Pergunto afinal quem está certo, Portugal ou Inglaterra? Não tenho dúvidas que a Inglaterra nesta matéria deveria ser um exemplo a seguir. Seria bom para a saúde das crianças e para a carteira dos pais.

Vitor Diniz

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