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Vale d’Azenha Hotel & Residences: um refúgio de quatro estrelas da região Oeste

Mariana Martinho

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O cenário de mar e de campo, seja no terraço, no bar, nos quartos ou na piscina, faz do Vale d`Azenha Hotel & Residences, um local apropriado ao descanso e até para “desligar” do rebuliço das cidades. Situado na Cela Nova, perto de Alcobaça e Nazaré, esta unidade de quatro estrelas abriu no final do ano passado e convidou o JORNAL DAS CALDAS para conhecer o espaço virado para o vale e onde mistura os tons castanhos e verdes dos 17 quartos, 2 suites e 6 residências temáticas, de forma a satisfazer quem optar por visitar a região Oeste.
Jorge Lorvão e Vítor Manique

Jorge Lorvão, diretor do porto de pesca da Nazaré e São Martinho do Porto, Vítor Santos, bancário, e Fernando Bravo, enólogo, são os nomes dos três amigos, “aprendizes de hotelaria”, que decidiram juntar-se para abrir o Vale D’Azenha Hotel & Residences, sendo um dos mais recentes hotéis da região de Alcobaça.

“Nenhum de nós estava minimamente ligado à área, mas havia a existência do terreno, a vontade e o sonho, e decidimos juntar as três sinergias neste projeto”, explicou Fernando Bravo. O resultado foi um investimento de 2,5 milhões de euros e um “espaço moderno com linhas sóbrias e intimistas, com uma envolvente rural e sobretudo eco”.

Num terreno com 20 mil metros quadrados, o espaço é composto, além dos quartos e das residências temáticas t1, por um restaurante com uma gastronomia tradicional, um spa com sauna, jacuzzi, sala de massagens, um ginásio e uma sala de conferência com capacidade para 50 pessoas. Tudo isto num ambiente rural.

Os tons verdes e castanhos da decoração compõem o hotel e os quartos. Toda a decoração foi criada pela empresa de design de interiores Ipotz Studio e fornecida pela Tralhão Design Center, que satisfizeram a exigência dos administradores. “Queríamos um hotel de elevada gama e sobretudo, confortável para que os hóspedes se sentissem em casa”, sublinhou Fernando Bravo, acrescentando que todos os quartos, além das camas espaçosas, tem temáticas ligadas às “espécies autóctones”, como as papoilas, romãzeiras, roseiras e alfazemas, que inspiraram o processo decorativo de casa espaço. “Todos os materiais são de qualidade superior, para que as pessoas notem a diferença no conforto durante o sono”, destacou.

Os 17 quartos e as duas suites têm as varandas coladas, com separadores em madeira que permitem, segundo Jorge Lorvão, “o contato entre quartos e os hóspedes, e além disso são todos virados ao sol e vista para o mar”.

O diretor também explicou que as seis residências temáticas têm cada uma delas uma decoração inspirada numa espécie de árvores, como a figueira, a oliveira e a nogueira. São constituídas por quartos duplos, sala, kitchnette e um alpendre,

“As residências são revestidas em madeira, de forma a não deixarem sair o calor do inverno nem entrar o calor do verão”, explicou o responsável, adiantando que todos os hóspedes que têm animais de estimação são aceites nas residências do hotel, através do conceito “pet friendly”. “É mais um achego à diferenciação da oferta turística da região”, sublinhou.

Para Jorge Lorvão, a ideia é “promover a zona Oeste”, através da nova unidade, que tem como valências a centralidade, a paisagem e a história, mas sobretudo “a tranquilidade do espaço, que é sem dúvida a maior qualidade”. Por isso, “o hóspede que nos procura é mais o estrangeiro do que o português, que vem cá das grandes cidades, sobretudo da Europa Central, e que procura o descanso e ao mesmo tempo a tranquilidade”.

O verão está a ser para os responsáveis “excelente, com ocupação na casa dos 90%”.

Golden, o restaurante que homenageia as maçãs de Alcobaça

Além dos quartos, espaços de lazer e do percurso pedonal e da horta, o Vale d’Azenha também tem um restaurante, onde são produzidos os mais sabores genuínos do país e da região, favorecendo os fornecedores locais.

O restaurante do hotel chama-se Golden, uma “homenagem às famosas maçãs de Alcobaça, que dão sabor aos doces caseiros”, com capacidade para entre 45 a 50 pessoas. A cozinha está a cargo do chef José Carlos. Além da gastronomia nacional e regional, “com poucos pratos internacionais”, o “Golden” favorece os vinhos da região.

Fernando Bravo também destacou “a qualidade do serviço que é complementada com a qualidade dos produtos, pois apostamos nos pratos de peixe e nas sobremesas com doces caseiros”. Aliás, salientou que “durante o inverno o nosso grande sucesso foi o restaurante, com pratos típicos como Frango à Vale d’Azenha e Sequinho de Raia”.

O “Golden” dispõe de alguns “produtos frescos da região e outros são recolhidos da horta e entregues para serem confecionados no mesmo dia”.

“Mesmo que não sejam hóspedes, as pessoas podem vir experimentar o restaurante que está aberto ao público”, indicou o responsável. “A qualidade do atendimento, um restaurante com sabores autênticos, sempre com produtos muito frescos da região”, são as maiores valências do espaço, que conta com uma equipa de 22 pessoas.

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