A 1ª edição da Feiroeste, que contou com a organização de duas alunas do Cencal, Maria Francisca Carvalho e Teresa Teodoro, foi considerada por ambas um “sucesso que ultrapassou as nossas expetativas”. “Tivemos bastante afluência de visitantes durante a tarde e ainda inscrições de última hora”, salientaram as responsáveis, acrescentando que “todos os vendedores felicitaram a iniciativa e confirmaram presença na próxima edição”.
A feira teve diversas bancas com todo o tipo de artigos, desde as peças de autor até novas ideias de empreendedorismo e uma renovação do comércio na área do artesanato.
Em declarações ao JORNAL DAS CALDAS, os “feirantes” consideraram esta iniciativa um sucesso e uma forma de animar e dinamizar o Parque D. Carlos I.
“É raro participar neste tipo de feiras mas achei esta interessante”, disse Zélia Évora, das Caldas da Rainha, responsável pela marca de artesanato “Atelier Zélia Évora”. Levou chapéus, golas, lenços e chapéus reutilizados de peças antigas.
”Posso dizer que até correu muito bem”, revelou, destacando a importância deste tipo de iniciativas, porque “em primeiro lugar o parque fica mais bonito e em segundo lugar é bom conviver com outros artesãos”.
Maria Redocho, de Lisboa, representou a marca “Reideias” e mostrou-se muito satisfeita. “É uma iniciativa no parque e traz muita gente”, disse a empresária, que levou diversas peças decorativas feitas através de papel. “No fundo procuro transformar o papel em peças utilitárias e decorativas
Para esta empresária, a iniciativa foi “um sucesso e sempre que possível cá estaremos”, pois permite “divulgar o nosso trabalho, estabelecer contatos e saber a opinião das pessoas”. Apesar de não participar muitas vezes nestas feiras, “pontualmente procuramos participar em feiras de artesanato como esta. Procuramos um bocadinho o diferente, ir a locais que não nos conheçam”.
Mariana Sampaio, ceramista das Caldas, também destacou a iniciativa “como forma de divulgação dos nossos trabalhos e é uma maneira próxima de estar em contato com o público”. Além disso revelou que “esta primeira edição correu muitíssimo bem, conseguimos vender as nossas peças a públicos diferentes a preços acessíveis”. Esta artista levou as suas peças de cerâmica e de vidro soprado que faz à mão.
Ana Teixeira, da empresa No’Ar, revelou que ”a iniciativa correu muito bem, conseguimos vender bastantes plantas áreas, nomeadamente as que estão inseridas nos globos de vidro suspensos”. Ainda felicitou a iniciativa da organização pois “permitiu-nos alargar a área de mercado para as Caldas da Rainha e nas próximas edições da Feiroeste provavelmente vamos marcar presença”.
A Feiroeste vai realizar a próxima edição no dia 13 de agosto, entre as 10h e as 20h, no Parque D. Carlos I.
As inscrições encontram-se abertas a partir de sexta-feira através da página do facebook (www.facebook.com/feiroeste) e do e-mail (feiroeste@gmail.com). Os participantes terão de pagar uma quantia consoante a zona (4€ ou 8€).







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