Este ciclo, que começou a 2 de abril, contou com a presença de fotojornalistas, ambientalistas e outras figuras ligadas à área termal.
Na última sessão Jorge Mangorrinha leu as conclusões dos encontros e sublinhou que “inteligente deverá ser o processo de construção de uma região termal de Caldas e Óbidos, com contornos bem claros entre as vocações e ofertas terapêuticas e de bem-estar, por parte de cada realidade”. Ainda destacou que este “futuro cluster turístico-termal a concretizar-se” precisa de apoio do Estado, fazendo regressar as comparticipações.
O arquiteto também defendeu que “a cidade vive na expetativa de um projeto novo, não só de termalismo, mas o mesmo deve ser pensado como uma ideia de cidade termal”, com base no potencial geográfico, histórico, cultural, médico e turístico da cidade.
“Uma cidade concetualmente termal é possível, desde que o termalismo regresse e a economia e a cultura associadas lhe sejam importantes, no quadro vivencial da cidade e sua região”, sublinhou, adiantando que “a cidade não se deve fechar em si mesma, pelo que se torna fundamental inseri-la em redes internacionais”.
Jorge Mangorrinha considera importante a “não colocação de mais entraves na finalização do processo de classificação do conjunto termal como património nacional” e ainda que ahja “uma aposta inteligente no equilíbrio entre património arquitetónico e funções, no caso do Hospital Termal e dos Pavilhões do Parque”.



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