Conhecida como Mena Santos, lançou a sua terceira obra dedicada à poesia, caracterizando-a como “um filho”, em que “escrevi o que sinto”. Segundo a autora, os 80 poemas que constituem a obra retratam a guerra, a fome, os sem-abrigo, as crianças, os refugiados, entre outros assuntos.
“Gosto de falar sobre a natureza, o amor, a paixão, tudo o que são sentimentos que me tocam eu coloco no papel”, explicou. A autora deixou um recado aos seus leitores, para que “escrevam quando sentem mágoa ou alegria”.
Paulo Cosmelli, representante da editora Chiado, sublinhou na sessão de lançamento que “cada livro que se escreve retrata a nossa carreira” e que “neste caso conseguimos identificar as emoções e as várias facetas da vida da autora”.
José Luís de Almeida, que apresentou o livro, descreveu que a autora “faz-nos novos, pois demonstra a força e o vigor de ultrapassar os obstáculos da sociedade”.
Para o outro convidado, o poeta Alexandre Carvalho, que optou por intercalar a sua intervenção, com a leitura de quatro poemas presentes na obra, Mena Santos “é um testemunho do que é ser uma pessoa de alma grande, num mundo injusto”. “Que a palavra que ela escreve e a vida que viveu nos sirva de exemplo para dar a reviravolta a vidas madrastas”, manifestou.




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