A competição, que decorre todos os anos, reuniu grandes equipas do circuito mundial, para além dos craques portugueses. Na edição deste ano estiveram presentes cerca de 650 delegações, oriundas de 56 países. Para além dos atletas, também houve a participação de árbitros e apontadores nos combates.
O evento contou com a parceria da Câmara Municipal das Caldas da Rainha e a Federação Portuguesa de Lohan Tao, sobre a égide da WACF, ICKKF e IKF.
Bruno Rebelo, veterano da competição com 30 títulos mundiais e presidente da Federação Portuguesa de Lohan Tao, também foi o responsável pela criação do circuito WAC em 2010.
“Esta é a 6ª edição da WAC, a maior até ao momento, e à semelhança da edição passada o balanço é muito positivo”, comentou, realçando que esta é considerada uma das trinta maiores organizações desportivas do mundo, com mais de 100 países membros. Assim, o campeonato reúne todos os “estilos possíveis e imaginários“ dentro das artes marciais. Contudo, lamentou que “não conseguimos atingir o objetivo que tínhamos para este ano de seis mil atletas, devido à dificuldade com os vistos”.
Ao longo dos três dias houve vários momentos importantes, sendo que o primeiro dia de competição foi dedicado aos combates entre crianças dos 4 aos 13 anos, prosseguindo no sábado com o “Deam Show”, onde as equipas de todo o mundo competem para um prémio monetário, e as finais de todas as modalidades no domingo.
Nesta edição o evento também contou com uma Feira Internacional de Cultura e Desporto, com vários expositores e atividades lúdicas.
O responsável ainda destacou o impacto económico positivo que esta competição traz à cidade. “As Caldas da Rainha é a maior beneficiária deste tipo de eventos, quer as unidades hoteleiras, quer a restauração e o comércio”, disse. Destacou também a “vantagem que o evento tem para todos, com um benefício económico que ronda um milhão de euros para a região”. Já Tinta Ferreira, presidente da Câmara Municipal, destacou que esta iniciativa “correspondeu às expetativas, com um importante contributo para a economia local e para o desporto nas Caldas”.
“Tivemos um grande evento desportivo que trouxe muitos e bons atletas para os combates”, salientou o autarca, acrescentando que “são eventos que têm um custo muito significativo para o município, mas acho que é uma aposta ganha”, considerando que “alimentam agora e no futuro a atividade turística, principalmente o turismo desportivo”.
A atleta das Caldas da Rainha, Francisca Caiado Cardoso, sagrou-se campeã na competição.







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