Fazendo um balanço do OP desde 2013 até agora, os comentadores foram bastante críticos. Manuel Nunes, do PS, Lino Romão, do BE, Emanuel Pontes, do MVC, e Rui Gonçalves, do CDS, não deixaram de apontar que desde o primeiro ano do OP até agora, das 17 propostas aprovadas, apenas três foram realizadas, encontrando-se as outras ainda em execução.
Também lamentaram o que consideraram ser pouca participação dos munícipes na votação das propostas, já que de 68 na primeira edição se passou para 335 em 2015.
Para os comentadores, falta à Câmara assumir o OP como uma prioridade e alocar os meios humanos necessários para a concretização rápida das propostas. Recearam ainda que o OP Jovem, que será pela primeira vez executado em 2017, acabe por ter os mesmos problemas, aliás, não entendem a necessidade de um OP Jovem, já que os munícipes a partir dos 18 anos podem participar no OP já existente.
Em defesa da gestão camarária do OP esteve António Cipriano, do PSD, que realçou a possibilidade dos jovens a partir dos 14 anos poderem agora apresentar propostas. Admitindo que possa haver demora na execução de alguns projetos, fez notar que os que não foram ainda finalizados estão em execução, e defendeu que a autarquia está a apostar na divulgação do OP para levar à participação cívica, pois anunciou que será promovido em folhetos inseridos nas faturas da água, em outdoors, em vinil nos autocarros Toma, em folhetos promocionais, através do facebook e num programa na rádio.








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