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Vereadores do PS querem fim da ADJCR

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O orçamento da Associação para o Desenvolvimento da Juventude das Caldas da Rainha (ADJCR) para 2016 mereceu da parte dos vereadores do PS o comentário de que é “imperativo de reconverter dramaticamente a funcionalidade e objeto desta e de outras estruturas semelhantes nas Caldas da Rainha”, uma necessidade que a própria Assembleia Municipal já admitiu, ao propor um novo formato de funcionamento.

“Na verdade, uma estrutura que em 2016 irá reservar 90% do apoio que lhe é dado pela câmara a despesas com o pessoal (75% do seu orçamento – de um total de 130 mil euros, 99 mil é para pagar ao pessoal) demonstra o quanto estas estruturas dependem univocamente do apoio estatal”, indicaram Rui Correia e Jorge Sobral.

“Estas associações não passam de empresas municipais criadas por contrafação jurídica. A realidade é que revelam uma iniludível insuficiência em matéria de sustentabilidade financeira. Os anunciados esforços de procurar inverter esta situação de clamorosa subsidiodependência não revelam qualquer avanço. Bem pelo contrário. Não sobrevivem sem o apoio da câmara”, manifestaram os socialistas, defendendo que “é preciso pôr imediatamente em curso o processo de desmantelamento da estrutura e a sua integração nos serviços da câmara, compreendendo o apoio a projetos ligados aos jovens como uma função social indispensável”, porque “aceitar a existência de uma estrutura falida e continuar a pagar essa insolvabilidade com dinheiros de todos é algo que não devemos continuar a permitir”.

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